sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Foi-se o Logan ficaram as chaves...


Foi-se o brinco, ficaram as orelhas... (só pra mudar um pouco o ditado popular...)
Ao anoitecer pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã... (Sl 30.5)
Até os cabelos todos da cabeça estão contados... (Mt 10.30)
Estas são algumas frases que me vieram a nossa mente nesta semana e que aquietaram nossos corações e sentimentos. No dia 8 de dezembro do ano passado, ainda compartilhei com vocês sobre como, depois de nossa virada de página na definição de nossa morada, chegamos a feliz e providencial aquisição de um carro. Depois dos trâmites todos, conseguimos, no dia 7 de fevereiro, efetivar o registro de propriedade do veículo.  Mas, infelizmente, nesta semana (no dia 18 de fevereiro, terça feira de tarde), a Suzi foi a uma consulta médica perto do Terminal do Portão e teve aquela experiência que talvez muitos de vocês já teve: quando chegou ao lugar onde deixou o carro (na Rua Maranhão)  ele não estava mais lá. Pois bem, a Suzi também chegou na vez de vivenciar esta estranha sensação e ficar, de chave na mão, sem reação...
Passado o susto inicial, BO e Seguro Total acionados, estamos já em busca de um novo veículo e a vislumbrar quais novas oportunidades estão a nossa frente.. Que outras chaves chegaram... Ironicamente, um dia depois do roubo fui ao Detran buscar o documento de propriedade do veículo (foram só 10 dias em nosso nome, hehe..)  e no balcão de atendimento estava a disposição o informe publicitário “Paraná em ação” do Governo do Estado do PR com o título de capa: SEGURANÇA. Lá consta uma lista d“O que o governo do Paraná está fazendo para deixar mais segura a vida dos paranaenses”. Aguardemos... Na contracapa deste jornal encontrei uma inusitada e no mínimo contraditória exclamação a título de depoimento de um cidadão paranaense satisfeito com as ações do governo estadual: “Com a vinda dos policiais está uma benção”.
Bem, agora estamos cantando um novo refrão aqui em casa: “Foi-se o Logan, ficou a Variant”... Nossa amarelinha, poderosa, continuará quebrando o galho... Esperamos que noss@s amig@s (sem carro), a quem já colocamos a disposição nosso Logan para qualquer emergência ou necessidade, aguardem os novos encaminhamentos e noticias, pois a “velhinha” tem lá suas limitações... já que está conosco desde a “lua de mel” e nos levou a tantas alegrias... Mais uma pérola, esta sim, a nos acompanhar...

domingo, 20 de janeiro de 2013

SORRIA



Em minhas últimas pregações em cultos por comunidades da IECLB tenho partilhado uma mensagem a partir do texto de Sofonias 3.14-15 onde o profeta faz um tríplice convite: cantem, alegrem-se, louvem... Como ilustração tenho lido o texto a baixo e hoje alguém me sugeriu que eu o tornasse acessível no Face. Então ai vai

SORRIA
Sorrir não custa nada, mas é muito produtivo.
Enriquece o outro sem empobrecer quem sorri.
O sorriso dura um instante, mas sua lembrança pode durar para sempre.
Ninguém é tão rico que possa passar sem ele, ninguém é tão pobre que não se enriqueça com seus benefícios.
O sorriso traz felicidade para casa.
É repouso para os cansados, ânimo para os desanimados, luz do sol para os tristes e o melhor antídoto para os problemas.
Não pode, no entanto, ser pedido, nem comprado, nem emprestado, nem roubado, pois nada vale se não for dado de graça.
Ao longo do dia, alguns conhecidos podem estar cansados demais para sorrir.
Mostre-lhes, então, seu sorriso.
Ninguém precisa tanto de um sorriso quanto aqueles que não conseguem sorrir.

Adaptado e citado por Shiv Khera em "Você pode vencer”, Ed. Best Seller, Rio de Janeiro, 2006, pg. 216.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

30 anos emperolados em Deus



“O Senhor é meu pastor e nada me faltará”. Como de muitos outros casais, este foi também nosso lema bíblico. Depois de o irmão da Suzi, o Claudio trazer a Suzi até o altar, o meu irmão Heitor pregou, sobre o  Salmo 23 naquele 11 de dezembro de 1982, há precisamente 30 anos. Não era só o suor que corria pelos nossos rostos e corpos naquele sábado de muito calor em Novo Hamburgo. Corria emoção, alegria, sonhos, nervosismo, fé, amor, certezas e sonhos. Nosso “sim” perante Deus foi ouvido por uma “multidão de testemunhas”(só faltou o Seu Oscar, o pai da Suzi, que havia falecido dois anos antes) que enchia a igreja da Ascenção (a mesma onde havíamos recebido o batismo, confirmado nossa fé e por diversas outras vezes ocupado aquele altar em culto ou atividades comunitárias, em especial pela JENHA).
A primeira década foi marcada por estudo, em São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, e na Alemanha. Ambas as formaturas e a designação para a primeira Paróquia. Foi na serra gaúcha que nasceu nossa filha Desirée (88) e foi de lá que no dia do seu segundo aniversário descemos para o sepultamento do vô Miro. Despedida e ordenação em Farroupilha foi um marco em nossas vidas e de impulso para a nova década.
Nossa curta passagem por Luzerna deixou marcas: bonitas lembranças e amizades eternas. Uma situação de enfermidade da Dona Ilse, mãe da Suzi, e um chamado para um ministério pastoral específico na área da Educação Cristã nos fizeram re-migrar para o Vale do Sinos. Os 9 anos de São Leopoldo foram cheios de experiências fortes, provações, provocações e novidades, muitas descobertas. Foi nesta segunda década que a Suzi se dedicou a alguns concursos públicos de magistério e eu fiz meu mestrado em Educação Cristã e belas experiências fora do pastorado (Câmara de Vereadores, PROAME, Governo Estadual). Mas a marca maior deste período foi o nascimento de nosso filho Guilherme(94). Comprar e morar em nosso chalé, com vizinhos e vida “normal” fortaleceu muito nosso casamento e vidas. Poder acompanhar a mãe e sogra em seu leito de morte e até sua ultima morada completou mais um ciclo ao ponto de nos permitirmos novas viagens, nova mudança.
Capital do Paraná, a tão falada Curitiba, foi o ninho deste último e terceiro decênio. O pastoral da Educação nas Instituições Martinus foi a ponte. A Suzi firmou pé no funcionalismo público municipal(inclusive se especializando em Educação Inclusiva). Sofremos muito com a doeça e morte do irmão/cunhado Pedro. O pastorado na “Vila Guaíra” foi a nova porta que Deus abriu. Foram 5 anos com a Desi longe da gente, morando na Alemanha e o Guilherme, aquele filho parceiro, junto da gente. Uma nuvem de verdadeiros amig@s foi se formando e ajudando a fortalecer nosso matrimônio e a enfrentar @s inimig@s que em proporção bem menor (mas com poder e força) também acabam se formando ao nosso redor. A represa da Vossoroca em Tijucas do Sul foi nosso refúgio secreto.
O 30º ano tem sido de um lindo oásis em meio a passagem por um deserto: começou com a aprovação do filho na UFPR, a volta da filha para o Brasil(trazendo junto o genro Lucas na mala.. ou foi o contrário...), meu chamado para uma Capelania na ACRIDAS, a venda da nossa casa e compra de um APÊ. E finalmente, hoje a noite a Variante 77, a mesma que nos levou em lua de mel trinta anos a trás, vai poder ficar na garagem, pois nos definimos por comprar um “carrinho” para Suzi. (A noite é uma criança...) Poder receber a sogra da Suzi, a Dona Nelci (minha mãe, hehe) ainda aos 83 para uma visita é uma benção, pra ela e pra nós.
Resumindo, o que nos tem sustentado até aqui foi a poderosa concha divina nos protegendo, emporolados NELE e nos fazendo crescer como pérolas suas (e esperamos) perólas na vida de outr@s.. Pérolas que querem neste dia abrir uma fresta da concha divina e cantar sobre o amor assim como Paulo “poetou” em 1 Co 13: “Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor na serei...”
1º de setembro o casal 30 cantando no casamento de uma casal de amigos
Obrigado por fazerem parte de nossas vidas e celebrarem conosco, em gratidão e oração, de nossas Bodas de Pérola.

sábado, 8 de dezembro de 2012

OPORTUNIDADES DISFARÇADAS DE OBSTÁCULOS

Parábolas, como narrações figurativas, são o recurso didático-pedagógico talvez mais antigo na história da educação humana. Ao longo dos tempos vêm sendo utilizadas para ilustrar e passar lições de vida. Se eu tivesse anotado todas as parábolas que ouvi nesta atual fase de transição e mudanças, sofrimento e dor pela qual passei(amos), causada pela (injusta) não renovação de meu contrato ministerial, teria(mos) montado um interessante compêndio. Reparto com vocês a primeira recebida, e a última encontrada.

“Deus fecha uma janela, mas abre uma porta”. (Essa foi a que mais ouvi no início do processo.) Toda parábola tem sua “dubialidade”(mistura de “dubiedade” com “dualidade”) e por isso deve ser enunciada e recebida com cuidado e discernimento. “Deus”, como facilmente colocamos, como fatalidade, não é responsável por tudo que acontece em nossas vidas e mundos. Limitações, pecados, maquinações humanas, acabem sendo, não poucas vezes, minimizadas pela famosa e fatalista frase “Foi da vontade de Deus!”. Por isso, uma autoanálise sempre nos ajuda a distinguir se é Deus ou as pessoas mesmas que fecham e abrem portas, para si e para os outros. Mas uma coisa tem ficado evidente: ter, desejar e assumir poder e autoridade sobre outr@s é um belo teste de coerência ética e espiritual. Tenho a convicção de que, quando Deus nos abre algo e nos coloca para dentro de algo não o faz por meio de “janelinhas”. Ele nos faz entrar e sair pelas portas que ele mesmo indica, abre e nos presenteia. Por isso no contraponto desta parábola compus a seguinte: “Se pessoas te fecham janelas, a presença do bondoso Deus, te conduz por novas porteiras. E em Deus há razão de viver."
“As oportunidades podem vir disfarçadas de obstáculos.” O tempo corre... Faz já dois anos que encaixotei meu escritório pastoral. Dois anos de muitos obstáculos superados, saltados, alguns derrubados, machucados... mas vencidos. Já partilhei(amos) numa “sorvetada” meu novo projeto de vida e ministério (ACRIDAS e MUTIRÃO ECUMÊNICO) sendo que só 50% deste se efetivou (no caso a Capelania na ACRIDAS). Já compartilhei(amos) nosso novo endereço residencial (temos que marcar uma visita pra vcs., amig@s, virem conhecer nosso APÊ.). E agora, um novo objetivo dentro de nosso plano de re-ação familiar se alicerça: a aquisição de um veículo. Muita ponderação, muita pesquisa, muita consulta a amig@s, muita oração, muitos cálculos... Até que o “inusitado” acontece... Uma amiga nossa lembra de um cliente dela que está vendendo seu carro. Na verdade, deixando seu carro numa concessionário, na compra de um novo. Nossa amiga intercede por nós e o cara decide vender seu carro direto pra gente... Coisa de Deus mesmo... e veja como ele usa pessoas para realizar suas ações e decisões... Em maio de 2010, comprei em um cesto de ofertas de uma livraria, o livro “Você pode vencer”(Ed. BestSeller). Trata-se de um daqueles best-sellers de auto-ajuda e motivação profissional conhecidos. O qual acabou ficando encaixotado pelas circunstâncias e agora, quando comecei a montar novamente minha sala de trabalho pastoral na ACRIDAS o reencontrei. E lá na página 120 o indiano (radicado nos EUA) Shiv Khera adverte e cita como um dos “20 motivos pelos quais não se alcança a excelência”, nossa tendência a “inércia para reconhecer a oportunidade”.

Ao fundo o Renaut Logan 2011 com entrega a domicílio
Estou(amos) ainda em busca da revel-ação plena destas OPORTUNIDADES que Deus está nos dando de crescer (se está vislumbrando alguma em nossas vidas no fale...). Estou(amos) abertos a provar a teoria e experiência de Shiv Khera de que “quanto maior o obstáculo, melhor é a oportunidade.” Para tanto, o fato de pararmos, para afiar o machado (Eclesiastes 10.10) tem sido muito importante. O encontro diário com Deus, o esporádico, mas regular com amig@s/irm@s, as leituras propositivas, uma roda de cantoria (entre outras coisas) têm renovado o corte a as forças. “Brigadu” por sua participação neste processo que só nós temos(ríamos?) que passar e vencer!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Quem deveria comemorar a Reforma?

Estamos atualmente vivendo a semana da reforma protestante. 495 anos, tendo o 31 de outubro de 1517 como marco histórico deste acontecimento. Em 2017 planeja-se comemorar os 500 anos. Minha pergunta, porém tem sido: Quem deveria comemorar a Reforma? Talvez os cristãos católicos por terem se mantido firmes desde então? Talvez os cristãos luteranos, pois afinal eles é que carregam o nome do reformador? Quem sabe os evangélicos como um todo, pois a final foi a partir da reforma que nasceram todas as outras igrejas? Ou então nem se deveria comemorar a reforma, pois ela na verdade denuncia a nossa imperfeição e incapacidade cristã de vivermos unidos sob a única e verdadeira Palavra de Deus. Independente da resposta que mais se adequa a nossa compreensão dos fatos, o mais importante é o resgate da redescoberta do evangelho que aconteceu neste momento da história da igreja cristã: que a salvação é graça de Deus.
Lutero na época era professor de bíblia num convento e no preparo de suas preleções sobre o livro de Romanos descobriu a grande verdade bíblica, reposta para todas suas perguntas angustiantes, de que “Justificados pela fé, temos paz com Deus, por intermédio de Jesus Cristo.” (Rm 5.1) Esta descoberta quebrou correntes e libertou a todos da falsa notícia de que a salvação seria alcançada por obra($) humana($). Esta é a grande benção que temos a comemorar: saber que Deus já realizou a grande obra da salvação através de seu filho Jesus e a nós cabe fortalecer o nosso desejo de louva-lo, amá-lo e servi-lo.
Infelizmente numa (auto)análise concreta e correta percebemos nos nossos dias uma regressão a essa prática como evangélicos. Não poucas vezes nos deparamos, especialmente em alguns cultos televisivos, com propostas de buscar a salvação e a cura através de ações concretas. Precisamos re-anunciar que não é a água buscada em tal lugar, ou um copo sobre a televisão ou qualquer outra atitude nossa que pode nos trazer algum benefício. Mas somente a graça e o amor de Deus. Mas nem por isso podemos nos abster de uma vida ética e ativa na obra do Senhor. Lutero mesmo incentivou e pregou que “Devemos orar como se tudo dependesse de Deus (e assim o é). E agir como se tudo dependesse de nós.” É só este incentivo e compreensão da Palavra que iniciamos uma nova semana de trabalho. E bem sabemos que isso só é possível acontecer e ser vivido por aquelas pessoas que podem dar o mesmo testemunho de fé que Lutero deu conforme preservado nas palavras de um hino de sua autoria:

“Fui prisioneiro de Satã
A noite me envolvia.
A minha vida, triste e vã,
Nas trevas se esvaía.
...
O eterno Deus se apiedou
De mim o infortunado.
De sua graça se lembrou
Voltou-se ao condenado.
O seu paterno coração
Deu, para minha salvação,
O que há de mais precioso.” :

JESUS
MOTIVO DE QUALQUER COMEMORAÇÃO!
ACRIDAS, 29.10.12

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A DANÇA DA MUDANÇA


Dança não só rima com mudança como tem tudo a ver com ela: a gente rebola um monte... sobe... desce... gira pra cá... gira pra lá... no fim tá muito cansado... mas feliz... Segundo os cálculos da minha esposa Suzi esta é nossa 12ª mudança em 30 anos de casados (que completaremos logo ali em dezembro). Mas esta foi diferente!!! Foi de uma casa para um “apertamento”. Deixamos 182 m² para trás e agora já estamos nos mexendo e vivendo dentro de 62 m². Mas não é só isso que foi diferente. Há mudanças que são planejadas e desejadas, há mudanças necessárias e adequadas ao momento, mas há as mudanças que são provocadas (por pessoas ou circunstâncias). Esta última é sempre mais difícil de assimilar. E a gente dança e rebola (transpira e chora) bem mais. Mas o mais importante é ver em tudo isso ainda o cuidado, a proteção e a ação de Deus, que sempre nos permite uma nova dança!!!!
O Salmista Davi no Salmo 30 reconhece e testifica uma mudança maravilhosa que Deus fez, faz e fará sempre em sua vida: “Tu mudaste o meu choro em dança alegre” (v.11). Por sinal é daí que vem o título de um livro que ganhei de presente de um amigo e irmão na fé quando da última mudança: “Transforma o meu pranto em dança” (Henry M. J. Nouwen – Ed. Saraiva). O Salmista talvez tenha experimentado em sua vida uma destas mudanças “provocadas”, pois ele começa o salmo com um forte grito de louvor a Deus, o Senhor, dizendo, “eu te louvo porque me socorreste e não deixaste que os meus inimigos zombassem de mim”. Ele “sacudiu a poeira e deu a volta por cima”. Interessante a concretude da experiência do salmista. Até em certo momento percebeu que Deus se escondeu dele e ele ficou com medo (v.7b). Mas ele, ao final de tudo, reconhece: “Ó SENHOR Deus, tu foste bom para mim e me protegeste...” (v.7a). “Mudaste o meu choro em dança...” “POR ISSO, NÃO FICAREI CALADO, MAS CANTAREI LOUVORES A TI.” (v.12).
Consideradas as proporções é assim que sinto e percebe este momento de nossas vidas. Estamos agora mais tranqüilos e felizes com a MUDANÇA e a NOVA DANÇA. Bem por isso partilhamos com vocês nosso novo endereço:
CONJUNTO RESIDENCIAL OURO NEGRO
Rua Itajubá, 644 Apartamento 202 – Bloco 4
Bairro Portão – Curitiba – CEP 81.070-190
Obrigado por todos e todas vocês AMIGOS e AMIGAS que dançaram, oraram e choraram conosco nesta fase de mudança. É sempre muito difícil citar nomes (pois a gente não quer esquecer ninguém), por isso é mais fácil lembrar das múltiplas profissões que nossos VERDADEIROS AMIGOS foram  assumindo conosco. Ao nosso lado estiveram amigos e amigas que se fizeram: corretora, enfermeira, socorrista, motorista, locador de carro, pastor/a, ouvidor, empregador e até de banco de empréstimo. Vamos nos lembrar sempre do que o SENHOR Deus tem feito – através de vocês – e vamos ser eternamente gratos.
Zeradas as contas (não só financeiras), vamos aos novos projetos, planos e desafios que Deus ainda tem preparado pra gente e com certeza as NOVAS DANÇAS que ainda virão.
Um abraço fraterno e solidário
Evandro (+ Suzi e Guigo)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

INVERSÃO DE PROJETOS


Atualmente o que tem nos ocupado mais, mesmo que involuntariamente, os olhos, os ouvidos e talvez ainda outros sentidos da vida tenha sido a propaganda eleitoral a nível nacional (com foco na governança municipal). Nesta semana, em especial as atenções para o 7 de setembro (mais pelo feriado até do que pela semana da Pátria), reforçaram (ou não?) nossa brasilidade. Ouvimos muito sobre os projetos para a nação e para os municípios onde residimos. Planos também daqueles e daquelas que pleiteiam uma função gestora ou legislativa. Mas como fica os PLANOS E PROJETOS DE DEUS nisto tudo?

Bíblicamente o Salmo 33.12 talvez seja a passagem bíblica mais lembrada e citada em devocionais ou reflexões e falas cristãs/evangélicas em tempos de eleição e de festejos cívicos. Em fim, a lembrança de que é “FELIZ A NAÇÃO QUE TEM O SENHOR COMO SEU DEUS!” e de que é “FELIZ O POVO QUE DEUS ESCOLHEU PARA SER DELE!” é bem propícia para tal momento.

Concretamente a algumas ações divinas bem importantes para nós hoje lembradas e testemunhadas pelo salmista:
- Deus acaba com os planos (v.10) maldosos e perversos que ameaçam a nossa vida, a vida da instituição que servimos e a vida da nação “cujo Deus é o SENHOR”. E ele coloca sobre nós o seu projeto, o seu plano de vida, pois “o que o SENHOR planeja dura para sempre” (v. 11);
- Deus olha do céu, e com esta sua visão panorâmica da humanidade, nos conhece a sabe muito bem do que necessitamos (v.13);
- Deus protege e guarda aqueles que o temem e confiam no seu amor. E esta sua proteção de paz, diferente das atitudes guerreiras de outros reis e senhores, nos cercam e nos põe a caminho (v.16-17);
- Deus nos salva da morte e nos conserva com vida (v.19);

Por isso pode se considerar FELIZ A PESSOA, A INSTITUIÇÃO, A NAÇÃO QUE TEM O SENHOR COMO SEU DEUS... E isto não é mérito nosso. É graça... escolha... vontade... divina sobre nós.  O que nos cabe é “POR NOSSA ESPERANÇA E CONFIANÇA EM DEUS” (v. 20-22).  Esta é inversão de poderes e projetos que deve acontecer em cada vida, em cada instituição, em cada nação. Isto é o que nos fará mais felizes. Difícil faze-lo com integralidade e totalidade e bem por isso devemos buscá-lo, sempre.